“No dia a dia podemos fazer ressoar a gentileza, a leveza, a esperança, a beleza da vida, a segurança, harmonia, uma possibilidade infinda de caminhos e podemos também aprender a filtrar e a transformar o negativo que, num processo também de ressonância, chega até nós.”

Laura Monte Serrat Barbosa

Na manhã da última quarta feira (09 de maio), os alunos e alunas do 9° ano da Terra Firme foram até o município de Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba, ecoar os conhecimentos adquiridos no Projeto Ressonâncias para os alunos da Escola Municipal Padre Natal Pigatto. Foram, para isso, utilizadas atividades pedagógicas lúdicas e divertidas, como histórias, mágicas, músicas e brincadeira diversas.

Ressonâncias é o nome do projeto desenvolvido pelo 9º ano e está inserido na metodologia pedagógica utilizada pela Terra Firme, na qual o tema de pesquisa é escolhido pelo grupo e a proposta é estabelecer uma questão inicial e procurar as evidências que levarão ao esclarecimento das dúvidas relacionadas à questão proposta, construindo, nesse processo, um mapa conceitual. E foram os ganhos conseguidos com essa metodologia que foram ecoados na visita.

A turma se dividiu em 4 grupos: cultura mexicana, desenho, mágica e atividade física. Segundo Alessandra Regina Inácio de Souza, professora de Língua Espanhola, a atividade é uma experiência no compartilhamento de conhecimentos aprendidos nas aulas da Terra. “O objetivo é que os alunos e alunas da Terra Firme ecoem seus conhecimentos e também para aprender sobre outras realidades. Isso é o que propõe o Eixo Temático de 2018”, explica.

Outras realidades – A professora do Infantil 4 da Escola Municipal Padre Natal Pigatto, Jocemira dos Santos, recebeu os alunos e alunas do Terra Firme com um sorriso aberto. As 22 crianças da turma ouviram histórias, desenharam e se divertiram muito com a novidade. “Quando vem gente de fora, como os alunos e alunas da Terra Firme, as crianças percebem outra realidade, pois entram em contato com coisas diferentes e isso chama a atenção deles. Vão levar essas histórias para casa, compartilhá-las com a família”, comemora.

A diretora, Felícia Mikantochevis, conta que a escola tem turmas do Infantil e Fundamental I e tem crianças especiais, pequenas, maiores e de inclusão. Para ela é importante que alunos de outras escolas visitem a escola, para que haja contato com experiências e realidades diferentes. “Não é comum acontecer, mas é bem interessante quando vem gente de fora, pois isso faz a diferença e agradecemos à Terra Firme por estar fazendo essa interação”, fala.

Texto e fotos: Karina Ernsen

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