Familiares elogiam a Terra Firme pelo acolhimento que oferece e pela metodologia utilizada, que proporciona a alunos e alunas liberdade e autonomia, deixando, assim, boas lembranças.

Cleverton Mocelin conheceu a Escola Terra Firme em um momento difícil. Seus filhos estavam em outra escola e, segundo ele, a experiência não estava sendo nada boa. “Foi um momento conturbado, o Lucca não ia bem e houve indicação para a consulta com um psiquiatra, que queria medicá-lo, com o apoio da coordenação”. Foi então que ele e a esposa, Helen, resolveram procurar outra instituição de ensino e conheceram a Terra Firme.

Quando chegou, o casal estava tenso, mas isso não durou muito. “A Sandra Cornelsen nos mostrou o espaço e meus olhos se encheram de lágrimas. Estávamos muito aflitos, mas a Sandra acalmou o nosso coração”, explica Cleverton. Segundo ele, com o Lucca já na escola, a mudança foi gritante, avassaladora. “Ele não lia, não conseguia, mas em duas semanas ‘destravou’, e agora adora a leitura, lendo muitas páginas por dia!”.

Acolhimento – A aflição, que tanto perturbava, acabou e a vida da família ficou bem mais agradável. “Era tenso levá-los para a outra escola, o clima era pesado, não tinha o aconchego que a gente tem na Terra Firme”, diz. A mudança melhorou a vida do casal e a relação com os filhos. “Nos sentimos acolhidos, não apenas o Lucca e a Cecília, mas todos nós. Estamos muito felizes e eu agradeço à Terra Firme, que foi a ferramenta que tornou essa mudança possível”.

Flávia Farah entrou na Terra Firme com seis meses e só saiu quando foi para o 1º ano, que ainda não era oferecido na época. Suas irmãs, Lívia e Fernanda, também foram alunas da escola, bem como seu irmão, João Farah, que está agora concluindo o 9º ano. Ela gostou tanto da experiência que seu filho, Pedro, hoje com 4 anos e meio, cursa o Grupo I. “A Terra Firme faz parte da vida da família”, diz.

Ela conta que a mãe sempre gostou da proposta pedagógica da Terra Firme e de Sandra Cornelsen, fundadora da escola. Estudou nas primeiras duas sedes da Terra, no Ahú e no Alto da Glória, e cita as professoras Liz Volino e Katia Basseti como referências, carinhosamente. Segundo Flávia, os valores da escola e a metodologia utilizada fizeram a diferença na sua vida. “Aprendi o que é ter liberdade para aprender, e que a construção do processo de aprendizagem precisa ser feita em conjunto”. Além disso, elogia a atual coordenadora da Educação Infantil, Camila Guitti Luppi. “Gosto muito dela, está sempre presente e é atenciosa”.

Boas lembranças – Lívia Farah, irmã de Flávia, tem boas lembranças do tempo em que estudou na Terra Firme e também cita com muito carinho a diretora Sandra Cornelsen e as professoras Liz e Katia. Assim como Flávia, só saiu quando passou para o 1º ano e fala do processo de alfabetização e a psicomotricidade relacional como importantes na sua formação. Conta que, quando seu filho Otto nasceu, pensou imediatamente que ele também iria estudar na Terra Firme, o que aconteceu quando ele completou 4 anos. “Quero que ele tenha as mesmas lembranças boas que eu tenho. É uma escola em que os laços de afeto e a metodologia de ensino são fatores decisivos para inserir uma criança no mundo, com autonomia e liberdade”.