O Grupo I da Educação Infantil da Escola Terra Firme viveu um momento de fantasia e aprendizado. Em um contexto de aventuras e descobertas, embarcou na experiência de uma atividade de jogo simbólico, que explorou os meios de transporte de maneira lúdica e educativa.

“O nome do nosso projeto é A Todo Lugar e nós estamos trabalhando os vários meios de transporte. Hoje, fizemos uma atividade de jogo simbólico de viagem de barco e de avião”, explicou a professora Damaris Castro Rosa Volino. Foi ela que, juntamente com a professora Erli Freitas (Lili), planejou a atividade. Cada criança escolheu seu destino, alinhando-se ao tema do projeto e, durante o processo de preparação, alunas e alunos participaram ativamente, inclusive na confecção do avião.

A importância do faz de conta na educação infantil

Damaris disse que antes da viagem, houve o jogo simbólico de preparação para a viagem. Isso incluiu o que levar e o que cada criança esperava do lugar escolhido para ser visitado. A turma também já realizou uma atividade simbólica de confeitaria, com direito a preparações culinárias, e a professora destacou a importância do faz de conta na educação infantil: “O jogo simbólico trabalha bem o criativo da criança. A turma tem uma rotina semanal e na sexta-feira é o dia do nosso jogo simbólico. Assim, quando chega quinta-feira, eles já sabem o que vai ter no dia seguinte e perguntam: qual vai ser a brincadeira de faz de conta? O jogo simbólico é isso, um jogo de faz de conta. É como se a gente estivesse vivendo algo real, mas de forma lúdica, brincando”.

Jogo simbólico: aprendizagem com desenvolvimento da imaginação e da criatividade

Francesca Maranho Amariz, coordenadora da Educação Infantil, contou que a viagem imaginária começou quando a turma escolheu o tema e o nome do projeto. “A Damaris e a Lili fizeram uma roda de conversa, uma discussão com as crianças, e surgiu a questão dos meios de transporte, que é, de fato, um assunto que chama a atenção”. Antes de viajar de avião e de navio, a turma já tinha passeado de carro, em uma pista de areia com sinaleiros e placas de trânsito.

Segundo Francesca, na viagem de avião as crianças participaram como pilotos, copilotos, aeromoças e passageiros. “Tínhamos lá o som do aeroporto, a aeromoça, e eles guardaram a bagagem com as coisas que trouxeram de casa para levar na viagem”. Isso, sem esquecer dos bilhetes com o nome de cada aluno e aluna: um pedacinho ficou com as professoras e o outro dentro das malinhas. Tudo conforme uma viagem de verdade, uma experiência que proporcionou não apenas diversão, mas também aprendizagem, com o desenvolvimento da imaginação e da criatividade.

Fotos: Fran Amariz e Gilson Camargo